sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Cinema no MASP
Dia 28/10 - 19h30
Não Por Acaso
Ênio é um engenheiro de trânsito que vive em São Paulo. Ele possui uma mania de controle que também se reflete em sua casa, onde suas ações são extremamente controladas. Ênio se surpreende quando reencontra Mônica, sua ex-mulher, que lhe diz que sua filha Bia, de 16 anos, deseja conhecê-lo. O encontro é adiado devido a um acidente sofrido por Mônica, que atropela Teresa.
Direção: Philippe Barcinski
Elenco: Rodrigo Santoro, Leonardo Medeiros, Letícia Sabatella
Dia 29/10 - 19h30
São Paulo, Sociedade Anônima
Carlos é um jovem de classe média paulistana que trabalha numa grande empresa durante a instalação de indústrias automobilísticas estrangeiras no Brasil. Ele aceita um cargo numa fábrica de peças para automóveis, da qual torna-se gerente. A certa altura, ele é um chefe de família que trabalha muito, ganha bem, mas vive insatisfeito. Sem um projeto de vida ou perspectivas para mudar a condição que rejeita, só lhe resta fugir. Procedência da cópia: Cinemateca Brasileira.
Direção: Luiz Person
Elenco: Walmor Chagas, Eva Wilma, Darlene Glória
Dia 30/10 - 19h30
Ensaio Sobre a Cegueira
Uma cidade é devastada por uma epidemia de “cegueira branca” instantânea. Os infectados são presos em quarentena pelas autoridades e colocados num hospício abandonado. Mas existe uma testemunha ocular no meio deste pesadelo. Uma mulher cuja visão não foi afetada pela praga segue seu marido para a quarentena. Lá, mantendo sua visão como segredo, ela lidera sete estranhos para fora da quarentena, para as ruas da cidade, onde todos os vestígios de civilização desabam. Baseado no romance de José Saramago.
Direção: Fernando Meirelles
Elenco: Juliane Moore, Gael García Bernal, Danny Glover, Mark Ruffalo, Alice Braga
Dia 31/10 - 19h30
Cidade Cinza
“Você acha isso bonito? Você acha que isso é arte?” Em 2008, a Prefeitura de São Paulo resolveu iniciar uma política de limpeza urbana, na qual os muros da cidade seriam pintados com a cor cinza de forma a apagar as pichações neles realizadas. Só que, em julho do mesmo ano, foi também pintado um muro de 700 metros no qual havia diversos grafites feitos por artistas, entre eles a consagrada dupla Os Gemeos. Seguindo a cena de grafite de São Paulo, o documentário expõe a miopia cultural e a completa falta de planejamento urbano da cidade.
Direção: Guilherme Valiengo e Marcelo Mesquita
Todas as sessões acontecerão no Vão Livre do MASP e a entrada é 0800.
Projeto Grandes Artistas
apresenta ARNALDO ANTUNES
O artista irá conversar com o crítico musical Marcus Preto sobre vida, carreira, música e sobre o mais recente álbum, Disco.
Quatro anos depois de Iê Iê Iê, seu último álbum de inéditas, e do sucesso das turnês dos discos Ao Vivo Lá em Casa, A Curva da Cintura e Acústico MTV, Arnaldo Antunes lança Disco (Rosa Celeste/Radar), seu 13º CD solo.
Gravado com diferentes formações em cada faixa, Disco conta com a participação dos músicos que acompanham Arnaldo há muitos anos, como Edgard Scandurra e Chico Salem (guitarras), Betão Aguiar (baixo), Curumin (bateria) e Marcelo Jeneci (teclados e sanfona); mas também de muitos outros como Daniel Jobim (piano), André Lima (teclados), Dadi Carvalho (violão), Charles Gavin (bateria), Pupillo (bumbo, caixa, tom e efeitos), Dustan Gallas (teclados), Guizado (trompete), Anelis Assumpção, Márcia Castro, Caru Zilber e Márcia Xavier (vocais), Cézar Mendes (violão), Fernando Catatau, Davi Moraes, Pedro Sá, Estevan Sinkovitz e Felipe Cordeiro (guitarras), Fabio Sá (baixo) e Marcelo Callado (bateria); além das participações especiais de Monica Salmaso em Oxalá Chegar, e de Céu e Hyldon em Trato.
Dia 21/10, segunda-feira, às 20h
Entrada Gratuita
Inscrições pelo email atendimento@espacorevistacult.com.br
Espaço sujeito a lotação
Espaço Revista CULT
R. Inácio Pereira da Rocha, 400/Vila Madalena
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Zabomba Tupinikin
Sábado dia 19 de outubro a partir das 22h o Tupinikim abriga pela primeira vez no ABC a banda de rock tropical formada em SP que já gravou gravou três discos, o último “Vivendo de Truque” (2011), com participações mais que especiais de Ney Matogrosso e de João Ricardo (Secos e Molhados), desde então os caras tocam no circuito do “Baixo Augusta” em casas como SARAJEVO e o extinto STUDIO SP, e pelo interior do Estado de São Paulo.
Tupinikin
Tupinikin
Rua das Monções, 585 - Sto. André
Entrada R$12 - Mulheres entram VIP até 23h
CBJr (Um Dia A Gente Se Encontra)
“Mesmo os mais fortes, às vezes, não encontram uma saída. Quando tudo se torna previsível não se espera mais da vida”, canta Chorão em Contrastes da Vida, a última e mais curta música do novo disco de inéditas do Charlie Brown Jr., como numa espécie de despedida de seus problemas.
Mas antes da saideira, outras canções surpreendem pelas letras que refletem a fase que o cantor estava vivendo meses antes de sua morte e da separação da mulher. “A gente passa o dia junto, a gente fala sobre tudo, mas eu sinto você tão longe. Você diz sempre que me ama, mas não age como tal. Será que amar demais faz tão mal? Todo dia recomeço muito perto do fim”, questiona o cantor sobriamente na sugestiva faixa Hoje Sou Eu Que Não Mais Te Quero.
O tom fica mais sério e pesado em A Mais Linda do Bar. “Eu também 'tô' bolado, buscando sentido. Por que tanta angústia? Por que tanta dor?”, canta Chorão numa parte em off da música. O caráter depressivo também fica evidente no título de Samba Triste, em que fala sobre “enfrentar o medo e se livrar da solidão”.
Repetindo a fórmula de sucesso de discos anteriores, Chorão não hesita em repetir trechos de outras canções da banda. Na música Cheia de Vida, em que diz estar vivendo uma “fase problema”, canta o trecho “eu quero que você fique segura, fazer amor contigo na minha cama ou na sua. E uma dose muito forte não vai ser suficiente, me sinto mais em casa quando você está presente”, que também canta na antiga faixa Você Por Perto.
O mesmo se repete em Um Dia a Gente Se Encontra, em que usa um trecho da música Meu Novo Mundo, enfatizando seu sentimento de distância da pessoa amada: “Se quem eu amo tem amor por mim, eu sei que ainda estamos longe do fim”.
Por outro lado, a paixão de Chorão pelo Charlie Brown Jr., a cidade de Santos e o futebol fica evidente na canção Fina Arte. "Essa daqui é para provar para os que não acreditaram que essa p*** vale ouro, fina arte, meu tesouro", diz o vocalista em uma das únicas faixas que não retratam seu lado mais obscuro e amoroso.
Musicalmente falando, o disco é um dos melhores e mais maduros de toda a carreira do Charlie Brown Jr.. Já em relação às melodias, a sensação é a de chegar ao fim com um peso gigante nas costas, carregando um sentimento de desilusão e tristeza profunda.
Veja abaixo o clipe de "Um Dia A Gente Se Encontra".
Nem Liminha Ouviu
A história do rock, no Brasil ou em qualquer lugar, é feita por um punhado de bandas que atingem o sucesso popular e por tantas outras que, a despeito de sua qualidade musical ou valor artístico, permanecem “nas sombras”, se tornam figuras cult, restritas a um público bem menor.
A paulistana Nem Liminha Ouviu é uma homenagem aos grupos brasileiros dos anos 1980 que não estouraram na rádio, ou tiveram sucesso breve, mas deixaram incontáveis fãs e marcaram seu tempo. Exemplos de Nau, Fellini, Violeta de Outono, Muzak, Cabine C, Gueto, Escola de Escândalo, 365 e Varsóvia, entre outras.
Liderado pelo radio man Tatola (ex-Não Religião), o quinteto ainda conta com Wecko (guitarra), Marcão (baixo), Gabriel (guitarra) e Jacaré (bateria). E tem no nome uma brincadeira com Liminha, o principal produtor do rock brasileiro daquela época.
A paulistana Nem Liminha Ouviu é uma homenagem aos grupos brasileiros dos anos 1980 que não estouraram na rádio, ou tiveram sucesso breve, mas deixaram incontáveis fãs e marcaram seu tempo. Exemplos de Nau, Fellini, Violeta de Outono, Muzak, Cabine C, Gueto, Escola de Escândalo, 365 e Varsóvia, entre outras.
Liderado pelo radio man Tatola (ex-Não Religião), o quinteto ainda conta com Wecko (guitarra), Marcão (baixo), Gabriel (guitarra) e Jacaré (bateria). E tem no nome uma brincadeira com Liminha, o principal produtor do rock brasileiro daquela época.
Lançamento do primeiro disco da banda acontece no Centro Cultural São Paulo, rua Vergueiro, 1000.
Dia 13 de outubro, 18 horas.
Dia 13 de outubro, 18 horas.
Ingressos: R$10,00 - retirada de ingressos: na bilheteria, duas horas antes do início do show.
Donator’s Party
Após um hiato de mais de um ano, a Donator’s Party chega à sua quarta edição. O festival acontece no sábado seguinte à apresentação do Black Sabbath em São Paulo, assumindo de vez sua inspiração no Roadburn Festival.
Inicialmente focado no gênero stoner rock, o evento agora amplia o leque de estilos presentes. “Na verdade, a Donator’s nunca contou apenas com bandas de stoner rock”, diz Thiago Padilha, baterista do Projeto Trator e também produtor do festival. “Desde a primeira edição tivemos grupos de sludge, doom, desert rock, post-metal, rock psicodélico e outros. Estamos apenas colocando definitivamente nosso gosto por metal alternativo sob os holofotes”, explica.
O evento será realizado no dia 12 de outubro, a partir das 21h, no Zapata 339, contando com shows dos grupos Saturndust, Projeto Trator, Noala e The Black Coffins
LINE UP
Projeto TratorApós uma bem sucedida turnê pelo Nordeste esta dupla, formada em 2006 por Thiago Padilha (bateria) e Paulo Thompson (guitarra e voz) chega ao seu terceiro disco refinando sua energética mistura de stoner rock, punk e o que mais vier à cabeça.
Info: www.myspace.com/projetotrator
Info: www.myspace.com/projetotrator
SaturndustDoom metal e psicodelia: apesar do pouco tempo de estrada, este power trio paulistano vem impressionando quem já teve a oportunidade de conferir uma de suas apresentações. Não à toa, o stonerobixxx.net, blog referência em stoner rock e metal alternativo, colocou uma faixa do grupo em sua tradicional coletânea mensal. Info: http://saturndust.bandcamp.com/
NoalaSurgida dos membros remanescentes do grupo Intifada, a banda baseia sua sonoridade em faixas densas, calcadas no rock psicodélico do fim dos anos 60, rock industrial e post-rock. Após o EP de estreia, que saiu em 2010, a banda agora divulga seu primeiro full-length, Humo, lançado esse ano.
Info: http://www.myspace.com/noalametal
Info: http://www.myspace.com/noalametal
The Black CoffinsCom forte influência do death metal sueco, o disco de estreia desse quarteto paulistano conseguiu grande destaque na mídia especializada, chamando a atenção da crítica brasileira e internacional. O famoso blog That’s How Kids Die chegou a compará-los a grandes bandas brasileiras, como Sepultura, Sarcófago e Violator.
Info: http://theblackcoffins.bandcamp.com/
Info: http://theblackcoffins.bandcamp.com/
ZAPATA 339
Endereço: Rua Augusta 339 - Consolação – São Paulo–SP
Metrô: República, Consolação e PaulistaDia: 12/10 (sábado) a partir das 21h
Preço: R$ 15 (homem) e R$ 10 (mulher)
Metrô: República, Consolação e PaulistaDia: 12/10 (sábado) a partir das 21h
Preço: R$ 15 (homem) e R$ 10 (mulher)
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Rock para Adultos
Com composições próprias, quinteto formado em 2007 abriga uma música cinza de buteco, de concreto, “rock para adultos”, dia 04 de outubro no Club Noir, rua Augusta, 331. Entrada r$ 10.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
New New Order
No dia 04 de outubro, sexta-feira, Peter Hook, ex-integrante das bandas Joy Division e New Order, apresenta no palco do Cine Joia, com realização da agência SRCOM, um show repleto de clássicos da banda New Order. A apresentação faz parte da turnê mundial “Peter Hook & The Light performing New Order's "Movement" and "Power, Corruptions & Lies".
Peter Hook
04-10-2013 - 00:30
Cine Joia
04-10-2013 - 00:30
Cine Joia
r$ 140 inteira e r$ 60 meia.
Os nomes do BRock
Legião Urbana
Depois do fim da banda Aborto Elétrico, Renato Russo começou a tocar com o baterista Marcelo Bonfá. Antes de Dado Villa-Lobos aparecer, a idéia dos dois era revezar guitarristas e tecladistas para completar a banda. Uma legião de músicos, no caso.
Os Replicantes
No filme Blade Runner (1982), replicantes eram os andróides criados como réplicas dos humanos que acabavam se revoltando contra seus criadores. História perfeita para a banda punk gaúcha, numa época em que o filme com Harrison Ford era a coisa mais modernosa do mundo.
Paralamas do Sucesso
A banda de Herbert Vianna poderia se chamar As Plantinhas da Mamãe ou As Cadeirinhas da Vovó – o grupo ensaiava na casa da avó do baixista Bi Ribeiro. Foi ele que teve a idéia de mudar para Paralamas, que todos acharam curioso e ridículo o suficiente.
Capital Inicial
O nome da banda de Brasília não tem nada a ver com a capital federal. É que, como os músicos do grupo cantavam em festas e baladas só de brincadeira, não tinham dinheiro pra começar uma carreira profissional. Ou seja, faltava o "capital inicial".
Depois do fim da banda Aborto Elétrico, Renato Russo começou a tocar com o baterista Marcelo Bonfá. Antes de Dado Villa-Lobos aparecer, a idéia dos dois era revezar guitarristas e tecladistas para completar a banda. Uma legião de músicos, no caso.
Os Replicantes
No filme Blade Runner (1982), replicantes eram os andróides criados como réplicas dos humanos que acabavam se revoltando contra seus criadores. História perfeita para a banda punk gaúcha, numa época em que o filme com Harrison Ford era a coisa mais modernosa do mundo.
Paralamas do Sucesso
A banda de Herbert Vianna poderia se chamar As Plantinhas da Mamãe ou As Cadeirinhas da Vovó – o grupo ensaiava na casa da avó do baixista Bi Ribeiro. Foi ele que teve a idéia de mudar para Paralamas, que todos acharam curioso e ridículo o suficiente.
Capital Inicial
O nome da banda de Brasília não tem nada a ver com a capital federal. É que, como os músicos do grupo cantavam em festas e baladas só de brincadeira, não tinham dinheiro pra começar uma carreira profissional. Ou seja, faltava o "capital inicial".
Ultraje a Rigor
O nome Ultraje a rigor foi escolhido meio por acaso. Roger e Leôspa estavam tentando achar um nome durante uma festa em que se apresentavam. Roger sugeriu Ultraje, mas achava meio punk demais (para a época, pelo menos). Roger então perguntou a Edgard Scandurra, que chegou no meio da conversa, o que ele achava de Ultraje. Edgard, sem entender direito a pergunta, disse: "que traje? O traje a rigor?" Roger e Leôspa adoraram e adotaram então este nome.
O nome Ultraje a rigor foi escolhido meio por acaso. Roger e Leôspa estavam tentando achar um nome durante uma festa em que se apresentavam. Roger sugeriu Ultraje, mas achava meio punk demais (para a época, pelo menos). Roger então perguntou a Edgard Scandurra, que chegou no meio da conversa, o que ele achava de Ultraje. Edgard, sem entender direito a pergunta, disse: "que traje? O traje a rigor?" Roger e Leôspa adoraram e adotaram então este nome.
Engenheiros do Hawaii
Quatro estudantes da Faculdade de Arquitetura da UFRGS - Humberto Gessinger (vocal e guitarra), Carlos Stein (guitarra), Marcelo Pitz (baixo) e Carlos Maltz (bateria) - resolveram formar uma banda apenas para uma apresentação em um festival da faculdade, que aconteceria por protesto à paralisação de aulas. O primeiro show da banda foi em 11 de janeiro de 1985. Escolheram o nome Engenheiros do Hawaii para satirizar os estudantes de engenharia que andavam com bermudas de surfista, com quem tinham uma certa rixa.
Biquíni Cavadão
Quando tocavam músicas de Kid Abelha e Paralamas do Sucesso, o grupo de estudantes adolescentes recebeu uma visita do ilustre Herbert Vianna, que comentou: "Se eu tivesse essa idade, só pensaria em mulher, carros e biquíni cavadão". Daí pegou.
Biquíni Cavadão
Quando tocavam músicas de Kid Abelha e Paralamas do Sucesso, o grupo de estudantes adolescentes recebeu uma visita do ilustre Herbert Vianna, que comentou: "Se eu tivesse essa idade, só pensaria em mulher, carros e biquíni cavadão". Daí pegou.
Salgado no SESC
Genesis é um projeto fotográfico de longo prazo, focado na natureza. Sebastião Salgado cruzou o mundo, entre 2004 e 2012, visitando 32 regiões extremas, entre elas o Alasca, a Patagônia, a Etiópia e a Amazônia, para registrar em suas lentes imagens impactantes, a majestade e a fragilidade da natureza, assim como sua relação com o homem e os animais. No site do projeto é possível assistir a videos, ver as fotos e viajar pelo mapa.
Com 245 fotografias, divididas em cinco seções geográficas, a mostra, que passará por 127 cidades do mundo, revela maravilhas que permanecem imunes à aceleração da vida moderna – montanhas, desertos, florestas, tribos, aldeias, animais. Os trabalhos expostos fazem parte do livro homônimo lançado este ano pela editora alemã Taschen.
O projeto é fruto da relação do fotógrafo com a aspereza da vida em "Exodus", que passou em 2000 pelo Sesc Pompeia, e "Trabalhadores". "Eu estava morrendo. O desgaste dos projetos anteriores foi imenso, fosse físico ou por conta do contato com a dureza da vida em situações extremas", contou Salgado durante a entrevista coletiva que fez no Sesc Belenzinho no dia 3 de setembro.
A vida restituída é, talvez, uma leitura proposta pelo fotógrafo para este trabalho, veio na atuação do Instituto Terra, presidido por Lélia Wanick Salgado, curadora de Genesis. Foram 2 milhões de árvores plantadas, reflorestando 7 mil hectares no vale do Rio Doce - o fotógrafo viveu uma "infância de sonho" no lugar, antes cercado de mata atlântica.
"Eu queria fazer uma nova apresentação do planeta, que atendesse a uma esperança: que as pessoas reflitam sobre lugares ainda não marcados pelo homem. A gênese, a natureza, é o homem: abandonamos o planeta para viver nas cidades", explicou o fotógrafo brasileiro.
"Eu queria fazer uma nova apresentação do planeta, que atendesse a uma esperança: que as pessoas reflitam sobre lugares ainda não marcados pelo homem. A gênese, a natureza, é o homem: abandonamos o planeta para viver nas cidades", explicou o fotógrafo brasileiro.
Expomusic
A maior Feira de Música da América Latina começa amanhã na Expo Center Norte. Uma feira esperada por milhares de profissionais para a grande realização de negócios do ano e desejada pelo grande público visitante.
Contempla novidades em instrumentos musicais e os últimos lançamentos do mercado mundial. Ampla programação musical e contato entre público e artistas admirados. Oportunidade para jovens talentos e novas bandas tocarem e darem impulso à suas carreiras. 5 dias respirando, testando, reciclando, falando e vivendo música.
Dias 18 e 19 a feira é restrita aos profissionais do setor, nos dias 20 e 21 é aberta ao público e a entrada custa r$ 20. O último dia conta com a apresentação da banda Golpe de Estado e do roqueiro Lobão.
Endereço: Expo Center Norte - Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme, São Paulo-SP.
Horário: 19h
Horário: 19h
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Conexão SP
O
grupo de rock Chimpanzé Clube Trio abriga sua música instrumental no
São Benedito dia 13 de setembro, através do projeto "Conexão SP".
Quando se fala num trio instrumental, logo vem á cabeça, uma música complexa e de difícil compreensão. Mas se você pensa que eles vão tocar ‘jazz fusion’, perder-se em longos improvisos dissonantes ou aventurarem-se por qualquer outro gênero, esqueça, o Chimpanzé Clube Trio toca rock. Ponto final. Gosta do que faz e faz bem feito!
Quando se fala num trio instrumental, logo vem á cabeça, uma música complexa e de difícil compreensão. Mas se você pensa que eles vão tocar ‘jazz fusion’, perder-se em longos improvisos dissonantes ou aventurarem-se por qualquer outro gênero, esqueça, o Chimpanzé Clube Trio toca rock. Ponto final. Gosta do que faz e faz bem feito!
Também
é possível ouvir nas entrelinhas um pouco de reggae, levadas de funk,
escalas de blues e soul ou um ritmo em contratempo que cita a ginga do
samba, mas a tônica da produção
musical do trio, é o bom e velho ‘rock’n’roll’. Na veia.
O fraseado da guitarra, seja tocado por Felipe Crocco ou por Luiz Miranda e o apurado senso rítmico, reforçado pelas métricas exatas disparadas pela bateria de Angelo Kanaan, conjugam melodias bem estruturadas quando tocam um rock básico ou quando enveredam por canções mais elaboradas e complexas. O trio ainda teve a liberdade criativa de trazer instrumentos como vibrafone, sax tenor e barítono, trompete, flautas, violão de 12 cordas, charango, theremim, acordeon, harmonium e teclados para algumas faixas, mas arranjados de forma tão orgânica e integrada com a proposta da banda, que só ampliaram a originalidade e a modernidade de seu som.
O fraseado da guitarra, seja tocado por Felipe Crocco ou por Luiz Miranda e o apurado senso rítmico, reforçado pelas métricas exatas disparadas pela bateria de Angelo Kanaan, conjugam melodias bem estruturadas quando tocam um rock básico ou quando enveredam por canções mais elaboradas e complexas. O trio ainda teve a liberdade criativa de trazer instrumentos como vibrafone, sax tenor e barítono, trompete, flautas, violão de 12 cordas, charango, theremim, acordeon, harmonium e teclados para algumas faixas, mas arranjados de forma tão orgânica e integrada com a proposta da banda, que só ampliaram a originalidade e a modernidade de seu som.
A soma das influencias passa pela tradição brazuca de Pepeu Gomes e Armandinho, pelo blues elétrico de Jimi Hendrix e Stevie Ray Vaughan, até chegar aos múltiplos recursos do estilo de Frank Zappa.
Mas não podemos esquecer do contra-baixo, tocado com fluência e talento, ora por Luiz Miranda, ora por Felipe Crocco. E então surgem referências como, Jaco Pastorius, Jack Bruce, Paul McCartney, Larry Graham,Charles Mingus, Gezzer Butler, Stevie Harris, Cliff Burton, Chris Squire e Geddy Lee, na cena internacional, e músicos como Dadi, Arthur Maia e Willie Verdaguer (Secos e Molhados) atuantes na cena nacional.
A admiração confessa por grupos brasileiros como A Cor do Som, Azymuth e Banda Black Rio também ecoam nas ondas sonoras desencadeadas pelo Chimpanzé Clube Trio, tornando-os automaticamente, uma das bandas menos óbvias de sua geração.
A musica do Chimpanzé Clube Trio é brasileira, moderna, urbana e traz para si própria, inúmeras influencias, mas as devolve
como um míssil carregado de vibrações elétricas em todas as direções e dimensões.
Serviço:
Chimpanzé Clube Trio
Dia 13 de Setembro, sexta, a partir das 20 horas
No São Benedito - Praça Benedito Calixto, 78 - Pinheiros. Entrada r$ 0.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Festival CCBB de Música Urbana
Um evento de BRock que fará uma homenagem ao rock de Brasília.
Sábado, 31 de agosto
15h00 – Vespas Mandarinas convida
Carlos Trilha
16h30 – Marcelo Bonfá
18h00 – Cidadão Instigado convida
Arnaldo Antunes
Domingo, 01 de setembro
15h00 – Plebe Rude
16h30 – Raimundos
18h00 – Cidade Negra
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Free Music Festival
Projeto inédito na capital paulistana, no
dia 24 de agosto (sábado), a partir das 16h, a Praça Victor
Civita será palco do Free Music
Festival, que apresenta as bandas Hevo
84, Fake Number e a revelação Power Nerds.
Evento gratuito voltado
para o público jovem, a proposta do FMF é trazer sempre três artistas em
apresentações, sendo dois mais reconhecidos e outro grupo selecionado através
de inscrição pela rede social e escolha da produção.
Hevo 84
Formada
por Renne Fernandes (voz e piano), Marcus Maia (guitarra), Rodrigo Suspiro
(baixo) e Leland Nunes (bateria) em 2005, a banda Hevo84 lança seu primeiro EP
e faz shows na região do litoral paranaense. Em 2008, lançou seu primeiro cd
independente "Dias de Fuga" e logo em seguida seu primeiro clipe, da
música "A Vida é Minha" que bateu a marca de 1 milhão de views. Após abrirem shows
para várias bandas consolidadas do rock nacional, em 2009 lançaram o CD, também
independente, “Oitenta e Quatro”,marcado pela música “Passos Escuros”.
Participaram de festivais como Planeta Atlântida e Mix Festival e assinaram
contrato com a gravadora EMI em parceria com os produtores Rick Bonadio e
Rogério Vaz, que também participou da produção do hit nacional da banda. No
início do ano a banda lançou o single “Minha Pira”, com participação do Bonde
da Stronda, sucesso na mídia e internet do Hevo84 pelo país. Mais informações em www.hevo84.com.br
Fake Number
É uma banda de pop/rock
formada por Elektra (voz), Pinguim (guitarra) e Mattera em 2006 e desde então
foram três álbuns lançados, Cinco Faces de um Segredo, Fake Number e Contra o
Tempo e shows realizados com bandas nacionais e internacinais como NxZero, Fresno,
Charlie Brown Jr., Skank, Paramore, New Found Glory e Mxpx. A banda foi
indicada em duas categorias no VMB e levou o prêmio de Melhor Hit com a música
Primeira Lembrança. Em 2013, lança o clipe “Último Trem”, classificado por mais
de um mês no TOP 10 MTV. Mais informações em www.fakenumber.com.br
POWER
NERDS
Com um toque de humor inteligente e originalidade, a banda formada por Jaime Tefé (guitarra/teclado/vocal), Frederico (guitarra solos/backing vocal), Eugênio (baixo) e Apolônio (bateria) se identifica como Geek Rock nacional. Após três anos de estrada, lança seu novo CD, o “2.0”, com 11 faixas contando com novas versões das músicas do primeiro disco, entre as quais “Rap do CDF”, “Eu Amo Ela”, “Bom Ar”, além do novo single “Queria ser o Bill Gates”, estreando o clipe da mesma música. Sempre utilizando elementos atuais, mesclam diversos estilos que abordam temas do cotidiano de um ponto de vista nerd, mas de uma maneira diferente do estereótipo criado pela sociedade. Suas principais influências são os grupos Weezer, Metallica, Raimundos, Motion City Soundtrack, Barenaked Ladies e Fountains of Wayne. Mais informações em www.powernerds.com.br
Com um toque de humor inteligente e originalidade, a banda formada por Jaime Tefé (guitarra/teclado/vocal), Frederico (guitarra solos/backing vocal), Eugênio (baixo) e Apolônio (bateria) se identifica como Geek Rock nacional. Após três anos de estrada, lança seu novo CD, o “2.0”, com 11 faixas contando com novas versões das músicas do primeiro disco, entre as quais “Rap do CDF”, “Eu Amo Ela”, “Bom Ar”, além do novo single “Queria ser o Bill Gates”, estreando o clipe da mesma música. Sempre utilizando elementos atuais, mesclam diversos estilos que abordam temas do cotidiano de um ponto de vista nerd, mas de uma maneira diferente do estereótipo criado pela sociedade. Suas principais influências são os grupos Weezer, Metallica, Raimundos, Motion City Soundtrack, Barenaked Ladies e Fountains of Wayne. Mais informações em www.powernerds.com.br
Free Music Festival - Hevo 84, Fake Number
e Power Nerds
Data: 24 de agosto (sábado)
Hora:das 16h às 20h
Local:Praça Victor Civita |
Rua Sumidouro, 580 –Pinheiros
Ingresso:Entrada gratuita
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
O Porto: Odradek
Você
pode não ter consciência disso, mas se você ouviu música brasileira nos
últimos cinco anos é grande a chance de você ter ouvido o Richard
Ribeiro tocar. O baterista paulistano tem 33 anos e há uns dez deles
percorre freneticamente o circuito underground paulistano. Nos últimos
tempos, a parada na real foi além do underground e de São Paulo.
Ele começou de verdade a carreira lá começo dos anos 2000, com a
seminal banda de post-hardcore quebradão Diagonal, ao lado de Cláudio
Duarte e Sérgio Ugeda. O grupo acabou em 2004 e, na sequência, Richard e
Ugeda formaram o Debate, que também
foi pilar central na cena underground paulistana, fez turnê no exterior
e até chegou a gravar com Steve Albini.
Depois de 2007, Richard engatou uma prolífica carreira como músico de
palco e estúdio. A lista é longa: Marcelo Camelo, Naná Vasconcelos, Rob
Mazurek, Tulipa Ruiz, Karina Buhr, Maurício Takara e outros tantos. Hoje
ele toca com Marcelo Jeneci, Pélico, Gui Amabis, Dudu Tsuda, Guizado,
Chankas, Mdm e Bodes & Elefantes. Haja energia.
Não contente em tocar com praticamente TODOS os músicos da nova safra
brasileira, Richard também tem o seu projeto solo, o Porto, que lançou o
seu primeiro disco cheio na semana passada, o Odradek. O
projeto consiste em um duo, Richard acompanhado de um guitarrista. Em
sua primeira encarnação, Richard convidou o guitarrista Renato Ribeiro e
eles gravaram o EP Fora de Hora em 2009.
Agora, ao lado do cearense Regis
Damasceno (outro guitarrista compartilhado entre vários artistas como
Guizado, Gui Amabis, Cidadão Instigado), Richard propõe em Odradek
uma viagem rítmica entre texturas ácidas, flertando ao mesmo tempo com o
experimentalismo progressivo e o ambient. Tudo fortemente inspirado
pelo universo literário da ficção científica, explica Richard.
Texto Eduardo Roberto da Noisey.
Escuta só o trampo do cara e tire suas conclusões (se gostar pode até baixar):
Assinar:
Postagens (Atom)




















