terça-feira, 3 de abril de 2018
Humberto Gessinger toca no Telhado
Em mais um episódio da série Toca no Telhado, o cantor e compositor Humberto Gessinger canta "Somos quem podemos ser", de sua antiga banda Engenheiros do Hawaii, e "Pra caramba", que integra o próximo DVD solo do músico gaúcho.
sexta-feira, 16 de março de 2018
Masturbação feminina é retratada em clipe da recifense Flaira Ferro
Cantora, compositora e bailarina Flaira Ferro reuniu oito mulheres, de diferentes idades, cores e jeitos, para compor o videoclipe de "Coisa Mais Bonita", música de sua autoria com produção de Pupillo Oliveira da Nação Zumbi.
segunda-feira, 12 de março de 2018
Primavera nos Dentes
Seco para voltar aos
palcos, o baterista Charles Gavin estava em busca de um projeto. Chegou a
cogitar a ideia de formar uma banda para tocar o repertório dos Titãs, do qual
se despediu em 2010 após 25 anos de serviços prestados. A possibilidade foi
logo descartada: o grupo segue na ativa, e Gavin não quis correr o risco de
soar como cover de si mesmo. A escolha, então, foi afetiva: os dois primeiros
discos dos Secos & Molhados.
A Secos & Molhados surgiu, durante os anos 70, influenciada pela explosão da Tropicália. A partir da iniciativa do guitarrista João Ricardo, os demais membros da formação inicial foram recrutados para participar. A escolha de Ney Matogrosso como vocalista se encaixava nos planos originais de João, que queria um vocalista com um timbre mais feminino. O grupo ganhou o status de um dos mais importantes da música brasileira dos anos 70.
O primeiro a entrar no time foi Paulo Rafael, uma escolha natural: lendário guitarrista de Alceu Valença, ele começou no Ave Sangria, grupo de rock psicodélico pernambucano que surfou, na década de 1970, a onda do sucesso da banda de Ney Matogrosso, Gerson Conrad e João Ricardo. Com ele, veio Pedro Coelho, baixista do conjunto carioca Dona Joana. A jovem cantora gaúcha radicada no Rio Duda Brack, que indicou o violinista e guitarrista Felipe Ventura (da Baleia), assumiu a difícil missão de dar voz a canções consagradas pela performance de Ney.
O grupo já está junto tem um tempo, mas a produção do álbum surgiu a partir de um convite do produtor musical Rafael Ramos (Pitty, Los Hermanos, Cachorro Grande). O nome do projeto veio do título da quinta faixa do lado A do álbum de estreia Secos & Molhados, lançado em 73.
Mas não são apenas meras releituras. Com arranjos que deram às músicas uma nova roupagem, o projeto mostra a atemporalidade presente nas letras do grupo. Novas linguagens musicais foram adicionadas às canções originais.
A Secos & Molhados surgiu, durante os anos 70, influenciada pela explosão da Tropicália. A partir da iniciativa do guitarrista João Ricardo, os demais membros da formação inicial foram recrutados para participar. A escolha de Ney Matogrosso como vocalista se encaixava nos planos originais de João, que queria um vocalista com um timbre mais feminino. O grupo ganhou o status de um dos mais importantes da música brasileira dos anos 70.
O primeiro a entrar no time foi Paulo Rafael, uma escolha natural: lendário guitarrista de Alceu Valença, ele começou no Ave Sangria, grupo de rock psicodélico pernambucano que surfou, na década de 1970, a onda do sucesso da banda de Ney Matogrosso, Gerson Conrad e João Ricardo. Com ele, veio Pedro Coelho, baixista do conjunto carioca Dona Joana. A jovem cantora gaúcha radicada no Rio Duda Brack, que indicou o violinista e guitarrista Felipe Ventura (da Baleia), assumiu a difícil missão de dar voz a canções consagradas pela performance de Ney.
O grupo já está junto tem um tempo, mas a produção do álbum surgiu a partir de um convite do produtor musical Rafael Ramos (Pitty, Los Hermanos, Cachorro Grande). O nome do projeto veio do título da quinta faixa do lado A do álbum de estreia Secos & Molhados, lançado em 73.
Mas não são apenas meras releituras. Com arranjos que deram às músicas uma nova roupagem, o projeto mostra a atemporalidade presente nas letras do grupo. Novas linguagens musicais foram adicionadas às canções originais.
O resultado final
acaba por misturar diversos estilos. Tem MPB, rock tradicional, indie,
psicodelia, música nordestina e ainda influências da cultura musical de outros
países, mostrando as faces musicais de cada membro do projeto.
“Apresentei a ele,
que disse ter adorado, e fez dois pedidos para o show: que incluíssemos a
música “Não, não digas nada”, do primeiro disco dos Secos e Molhados, e “Tem
gente com fome”, que originalmente seria uma música do grupo, mas acabou sendo
barrada pela censura e só entrou no disco solo do Ney de 1979”, conta
Gavin.
Ouça "O Hierofante": https://youtu.be/GDMKrLZzb7I
sexta-feira, 2 de março de 2018
Conheça A Banda Rebotte
Rebotte foi formado no ano de 2012, em São Paulo, capital, por Lívia Almeida e Ellen War. A intenção era montar um projeto diferente, mesclando o peso do metal, sintetizadores, refrões marcantes com letras em português, que contassem histórias da vida real – sempre levando o lema: Viva. Sobreviva. Vença. Em 2014 a formação se completou com seis integrantes, de mesmas intenções, ideologias e metas. Em 2015 deram início às composições e gravações do primeiro trabalho, sempre com o espírito de profissionalismo à frente, para se colocar e lutar por espaço em uma cena concorrida. A banda chama a A banda chama a atenção por mostrar um som único e diferenciado, superando-se a cada composição, quebrando os paradigmas de mulheres no meio “heavy-metal”, e performances ao vivo esmagadoras, sempre levando à conquista de muitos fãs por onde passa. O REBOTTE hoje pode ser considerado uma promessa para 2016! Em fase de apresentação do seu novo trabalho, vem recebendo boas críticas da mídia especializada e de grandes nomes de destaque na cena. O EP Insurgência é um trabalho peculiar por mostrar uma sequência de fatos da vida real que se transformaram em letra, em quatro faixas: Insurgência – Cicatrizes – Discórdia – Amanhecer – Existência.Cicatrizes são as marcas que a vida nos deixa; Discórdia é o retorno que a vida nos dá através daquilo que plantamos; Amanhecer é a esperança uma nova vida; e Existência é o ato de levantar-se e tornar-se vencedor em mais uma batalha.
Ouça "Amanhecer": https://youtu.be/kjs0jfQ_DIQ
Lívia Almeida – Vocal
Ellen War – Bateria
Vitor Acacio – Guitarra
Bruno Abud – Guitarra
Robin Gaia – Baixo
Santiago Soares – Sintetizado/Sampler
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
As Mulheres do BRock
17 bandas de rock brasileiras compostas por mulheres para ouvir agora:
por Luciano Andolini do Papo de Homem
O rock é como um vilão de histórias da Marvel. Sempre que ele parece estar morto e enterrado, uma grande reviravolta acontece e ele retorna, sob uma nova forma. Mais forte, em edição revista e atualizada, pronto pra encarar os problemas do novo mundo que se apresenta.
Desde seu surgimento as pessoas parecem ter um certo prazer em anunciar seu fim. Foi assim quando o rockabilly perdeu força e deu surgimento ao rock psicodélico. Depois, veio o hard rock, o progressivo, o punk, o grunge. Assim, se me perdoam a explicação grosseira, ele vai e vem e se renova em ondas mais ou menos populares.
Hoje, aparentemente, estamos em uma dessas marés baixas. O Rap e o Funk mais fortes do que nunca, fazem a cabeça da molecada muito mais do que a rebeldia caricata de outrora. Além disso, as tecnologias que se apresentam para fazer música atualmente são mais fáceis de se aprender e baratas do que comprar e estudar uma guitarra.
Assim, não é de se espantar que tenhamos pouca música com guitarra, baixo e bateria rolando nas rádios e revirando a cabeça dos adolescentes.
Mas o New York Times deu a letra: as mulheres estão fazendo o melhor rock atualmente.
Em geral, no melhor espírito punk, elas pegam seus instrumentos, produzem, gravam clipes, divulgam e organizam eventos próprios. Quando o espaço não está lá, disponível, essas mulheres se acotovelam e o conquistam. Ou, até melhor: o criam.
As mulheres fazem o rock mais urgente, interessante e verdadeiro que existe atualmente. Não apenas nas vertentes do punk, mas em todas as suas frentes.
A lista do New York Times é gringa, então, automaticamente fica no ar a necessidade de trazer a ideia para o Brasil e montar uma lista nossa.
Como rock é um conceito elástico, tentei selecionar uma mistura de bandas mais pesadas, mais punk, mais metal, mais psicodélicas e também algumas mais leves, mais dançantes, mais indie. Poucas as chances de você gostar de todas, dada a variedade, mas uma ou outra deve fazer seus ouvidos levantarem aí.
A ideia não é selecionar objetivamente as melhores (até porque isso é impossível), mas apresentar novas referências. O filtro, claro, não é nenhum selo universal de qualidade. É em maior parte só o meu gosto.
Far From Alaska
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Atalhos aPResenta: "Animais Feridos"
Mergulhado em texturas sonoras e referências literárias, Animais Feridos foi produzido por Gabriel Soares, também responsável pelas composições e letras do disco. Essas texturas ficam claras logo na primeira música, “A divina comédia”, que faz referência à obra de Dante Aliguieri. Sonoramente, passa pelas três fases do livro, inferno, purgatório e paraíso.
Destaques para: “The bell jar”, referência ao livro da escritora norte-americana Sylvia Plath, onde a personagem vai em busca de uma saída para a sua angústia. Na canção há uma tentativa de salvação desta angústia, terminando em uma bela canção de amor. Uma das mais bonitas do disco, “O primeiro filme de Leos Carax”, que faz referência ao diretor francês faz com que o espectador seja um crítico. Essa canção desenha uma bonita forma de enxergar a própria canção como num filme. E o disco fecha com a ótima “Onde está Belchior”.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
BRock 2017 - última parte
Ultima parte da lista Relação dos Discos de Rock Brasileiro Lançados em 2017 e que Merecem sua Atenção:
Corona Kings com "Death Rides a Crazy Horse"
Lutre com "Apego"
Posada e o Clã com "Posada e o Clã"
Macaco Bong com "Deixa Quieto"
Quando ninguém esperava um novo disco da banda, os caras vieram com Deixa Quieto, uma versão instrumental de desconstruções do clássico Nevermind, do Nirvana. Além de versões nada óbvias e toda a sua cara presente em cada uma delas, o pacote ainda veio com a mais incrível capa de um disco nacional em 2017 e nomes de músicas como “Smiles Nike Tim Sprite” (“Smells Like Teen Spirit”), “Com Easy Ou Uber” (“Come As You Are”) e “Somente Whey” (“Something In The Way”).Sensacional: https://youtu.be/K-gZFsNAfkg
Maglore com "Todas as Bandeiras"
O Maglore trocou de formação, voltou a ser um quarteto e parece ter ficado ainda mais seguro de sua sonoridade com as mudanças.
Todas As Bandeiras é o melhor disco da carreira do grupo e, em tempos tão difíceis, convida o ouvinte para andar lado a lado do artista falando sobre os problemas, as alegrias, os finais de relacionamento, as burradas e os acertos que temos todos nessa vida.Pessoal, sincero e com uma coesão que faz do disco uma incrível viagem, Todas As Bandeiras é daqueles que depois que você passa a ouvir, não tira mais do repeat: https://youtu.be/WNwnbo9qnBo
Integrante seminal e onipresente na nova geração da vanguarda brasileira, Kiko Dinucci colidiu dois universos no excelente Cortes Curtos: a brasilidade suja dos trabalhos que ele faz hoje e o hardcore que o inspirou a subir nos palcos, ainda na adolescência. O resultado é um disco bruto e inquieto, com participações marcantes de Juçara Marçal, Ná Ozzetti e Tulipa Ruiz: https://youtu.be/B7aGOQ7KuE4
Scalene com "Magnetite"
Com uma carreira já bastante interessante em um tempo relativamente curto, os brasilienses do Scalene chegaram a um novo disco após o lançamento do bem sucedido Éter e resolveram experimentar.
Far From Alaska com "Unlikely"
Paulo Miklos com "A Gente Mora no Agora"
Para terminar...
O novo álbum do Paulo Miklos, que deixou os Titãs e pouco falou sobre o que faria musicalmente, não é um disco de Rock, mas ainda assim, não poderia estar fora desta lista pois é um dos melhores lançamentos do ano e o Miklos tem o rock nas veias.
Corona Kings com "Death Rides a Crazy Horse"
A banda paranaense Corona Kings chegou ao seu terceiro disco e nos
presenteou com Rock And Roll de primeira qualidade. Death Rides A Crazy Horse é uma viagem por vários socos na cara que contam com
participações de nomes como Water Rats, Deb And The Mentals, Devilish, Dead
Fish e mais, apresentando a sonoridade consolidada da banda e mais uma prova de
que o rock segue firme e forte no underground brasileiro.
Aumenta que isso aqui é rock'n'roll: https://youtu.be/z_vMCAvWdMI
Lutre com "Apego"
Produzido com o auxílio dos membros da banda Ventre, o novo disco do Lutre se inspira em uma vertente mais elaborada do rock, contando com arranjos muito bonitos intercalados com canções diretas. O resultado é um disco muito bem pensado, conciso e que chama a atenção pela sua estrutura: https://youtu.be/GI4LNcsm59s
Posada e o Clã com "Posada e o Clã"
Embora tenha
sido lançado há pouco tempo, o novo álbum do Posada e o Clã é um
trabalho que mistura grandes influências da música brasileira, desde o rock ao
samba, com belas melodias e arranjos criadas por músicos de renome da cena
underground nacional, como Hugo Noguchi e Gabriel
Ventura (Ventre) e Gabriel Barbosa (SLVDR).
No final das contas, o álbum contém uma personalidade como
poucos outros, provando ser um trabalho que apenas Carlos Posada poderia
conceber: https://youtu.be/7H9w6PCaBTg
Ego Kill Talent com "Ego Kill Talent"
Lá no comecinho do ano a banda
paulistana Ego Kill Talent lançou um disco homônimo e
com músicos que têm um passado incrível no rock nacional passou a aparecer
merecidamente com mais força no cenário daqui. De lá pra cá a evolução foi
gigantesca, os caras tocaram no Rock In Rio, no Download Festival em Paris, ao
lado do System Of A Down e mostraram que, ao vivo, as músicas de estúdio têm um
poder ainda maior.
Ego Kill Talent é um
grande disco e nos faz esperar ansiosamente pelo que vem por aí: https://youtu.be/4lin1tAvpMQMacaco Bong com "Deixa Quieto"
Quando ninguém esperava um novo disco da banda, os caras vieram com Deixa Quieto, uma versão instrumental de desconstruções do clássico Nevermind, do Nirvana. Além de versões nada óbvias e toda a sua cara presente em cada uma delas, o pacote ainda veio com a mais incrível capa de um disco nacional em 2017 e nomes de músicas como “Smiles Nike Tim Sprite” (“Smells Like Teen Spirit”), “Com Easy Ou Uber” (“Come As You Are”) e “Somente Whey” (“Something In The Way”).Sensacional: https://youtu.be/K-gZFsNAfkg
Maglore com "Todas as Bandeiras"
O Maglore trocou de formação, voltou a ser um quarteto e parece ter ficado ainda mais seguro de sua sonoridade com as mudanças.
Todas As Bandeiras é o melhor disco da carreira do grupo e, em tempos tão difíceis, convida o ouvinte para andar lado a lado do artista falando sobre os problemas, as alegrias, os finais de relacionamento, as burradas e os acertos que temos todos nessa vida.Pessoal, sincero e com uma coesão que faz do disco uma incrível viagem, Todas As Bandeiras é daqueles que depois que você passa a ouvir, não tira mais do repeat: https://youtu.be/WNwnbo9qnBo
Kiko Dinucci com "Cortes Curtos"
Integrante seminal e onipresente na nova geração da vanguarda brasileira, Kiko Dinucci colidiu dois universos no excelente Cortes Curtos: a brasilidade suja dos trabalhos que ele faz hoje e o hardcore que o inspirou a subir nos palcos, ainda na adolescência. O resultado é um disco bruto e inquieto, com participações marcantes de Juçara Marçal, Ná Ozzetti e Tulipa Ruiz: https://youtu.be/B7aGOQ7KuE4
Scalene com "Magnetite"
Com uma carreira já bastante interessante em um tempo relativamente curto, os brasilienses do Scalene chegaram a um novo disco após o lançamento do bem sucedido Éter e resolveram experimentar.
Em Magnetite experimentaram
com as letras e, ao mesmo tempo que falaram do lado pessoal, também criticaram
os falsos profetas das igrejas evangélicas. Experimentaram com a música
brasileira e adicionaram elementos dela ao seu post-hardcore. Experimentaram
com a influência das performances ao vivo em suas gravações e contaram com
novas abordagens para synths, teclados e
percussões.
Deu certo: https://youtu.be/us6BvFqoBrY
Far From Alaska com "Unlikely"
A banda brasileira Far
From Alaska foi até os Estados Unidos para gravar com
Sylvia Massy, renomada produtora que já trabalhou com nomes como System
Of A Down, TOOL e Johnny Cash.
Voltou de lá com um discão e, muito mais que isso, com a certeza absoluta de
que encontrou a sua sonoridade e sabe o que quer fazer no futuro.
Após ter lançado seu álbum de estreia, o Far From Alaska passou a ser encaixado em rótulos como stoner rock e subgêneros pesados do Rock And Roll, mas não estava nem aí pra eles.
Em Unlikely, segundo álbum, fez uma capa cheia de cores, com meias e pantufas engraçadas, passou a se apresentar no palco com camisas que brilham no escuro e tirar fotos de divulgação com um visual que não estava nem aí para os moldes onde as pessoas vinham colocando o grupo.
Unlikely é
um conjunto de canções potentes e, ao mesmo tempo, uma declaração de
independência de uma banda que sabe muito bem o que faz: https://youtu.be/us6BvFqoBrYApós ter lançado seu álbum de estreia, o Far From Alaska passou a ser encaixado em rótulos como stoner rock e subgêneros pesados do Rock And Roll, mas não estava nem aí pra eles.
Em Unlikely, segundo álbum, fez uma capa cheia de cores, com meias e pantufas engraçadas, passou a se apresentar no palco com camisas que brilham no escuro e tirar fotos de divulgação com um visual que não estava nem aí para os moldes onde as pessoas vinham colocando o grupo.
Paulo Miklos com "A Gente Mora no Agora"
Para terminar...
O novo álbum do Paulo Miklos, que deixou os Titãs e pouco falou sobre o que faria musicalmente, não é um disco de Rock, mas ainda assim, não poderia estar fora desta lista pois é um dos melhores lançamentos do ano e o Miklos tem o rock nas veias.
Sorte nossa que ele resolveu lançar um disco solo chamado A Gente Mora no Agora, onde mostrou uma sensibilidade incrível nos mais diversos aspectos.
Primeiro, não hesitou em abrir o coração para falar a respeito de assuntos dos mais pessoais e doloridos, com uma honestidade brutal. Foi assim, por exemplo, que abordou a morte de uma companheira de longa data e falou sobre como está pronto para amar de novo.Segundo, resolveu chamar tanto nomes dos mais consagrados da música nacional, como
Nando Reis, Erasmo Carlos, Arnaldo Antunes e Guilherme Arantes, mas também mostrou que sabe o que está acontecendo na nova música brasileira, escrevendo canções ao lado de Tim Bernardes, Russo Passapusso, Emicida, Silva e Mallu Magalhães.: https://youtu.be/m9AFVy9XkXY
Primeiro, não hesitou em abrir o coração para falar a respeito de assuntos dos mais pessoais e doloridos, com uma honestidade brutal. Foi assim, por exemplo, que abordou a morte de uma companheira de longa data e falou sobre como está pronto para amar de novo.Segundo, resolveu chamar tanto nomes dos mais consagrados da música nacional, como
Nando Reis, Erasmo Carlos, Arnaldo Antunes e Guilherme Arantes, mas também mostrou que sabe o que está acontecendo na nova música brasileira, escrevendo canções ao lado de Tim Bernardes, Russo Passapusso, Emicida, Silva e Mallu Magalhães.: https://youtu.be/m9AFVy9XkXY
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