quarta-feira, 27 de junho de 2012

Noite Soul




 

SEXTA 6 JULHO

SOUL LEGACY - DADA JAZZ!

Dia 6 de julho mais uma noite dada jazz com muito swing e grooveria com o Soul Legacy, projeto que traz ao palco da Serralheria excelentes versões instrumentais de James Brown e Stevie Wonder. Hinos do funk-jazz-soul como "Make it Funky", "Call me Superbad", "Sex Machine", "Superstition", "Sir Duke" e "Higher Ground" em versões instrumentais deslumbrantes, pra apimentar e aquecer o inverno
O projeto reúne integrantes do Anderson Quevedo Quarteto, Slow Foda, Gafieira Nacional, Projeto B, Projeto Coisa Fina e Bixiga 70, que "vasculharam" discos e partituras pra montar um repertório dançante e animado.
Com Anderson Quevedo e Daniel Nogueira nos saxofones, Amilcar Rodrigues no trompete, Odirlei "Didi" Machado no trombone, Mauricio Fernandes no piano, Rafael Ferrari no contrabaixo e Mauricio Caetano na bateria.
SERVIÇO
Abertura da casa 22h discotecagem Amadeu Zoe “DADA JAZZ EM BUSCA DO GROOVE” / Show 0h
Entrada 15 reais - SERRALHERIA – RUA GUAICURUS, 857 – LAPA

Rockin'Beer Tour


terça-feira, 26 de junho de 2012

CIRCUITO DE IMPROVISAÇÃO LIVRE



QUINTA 28 JUN :: Circuito de Improvisação Livre

O Circuito de Improvisação Livre é uma ação articulada por músicos praticantes da vertente internacional de free improvisation, também denominada música criativa ou composição instantânea, onde a música é criada e executada como experimentação estética, desprendida de gêneros pré-estabelecidos.
É uma estética musical que visa romper as barreiras idiomáticas da música, perpassando estilos e vertentes, solicitando dos músicos e do público uma nova relação com a escuta.
É voltado para pessoas que buscam sonoridades novas, não condicionadas e faz fronteira com o free jazz, com a música étnica, com a música eletrônica e com as tendências de indeterminação e acaso da música erudita contemporânea.

JT - Um Conto de Fadas Punk

 
 
Laura Albert, uma cantora punk mal sucedida que ganha dinheiro fazendo disque-sexo, resolve escrever um livro e cria o personagem JT Leroy - um adolescente de 16 anos, gay, travesti, drogado e com problemas mentais. Como o livro é autobiográfico, surge a necessidade de materializar o personagem, e ela convida sua cunhada, Savanah para ser JT. Juntas elas enganam editoras, produtores de cinema, estrelas de Hollywood, rock stars como Madonna e Bono Vox, e acabam processadas pelo que teria sido a maior travessura literária do século 21. Direção Geral: Paulo José. Dirção: Susana Ribeiro. Com Natália Lage, Débora Duboc, Nina Morena, Hassen Minussi e Ricardo Souza. 
 
SESC Consolação. Rua Doutor Vila Nova, 245. Centro.
Até dia 15 de julho. Sextas e sábados às 21 horas e domingos às 18 horas. Entrada r$ 32 inteira e r$ 16 meia.

JAM SESSION “REGGAE”

Quarta, 27 de junho

Jam Session "Reggae" da Lapa"

JAM SESSION DA LAPA segue o baile e dessa vez para cumprir uma promessa… trazer o fino reggae raiz do cerrado brasileiro da Banda Jah Live!
A Banda Jah Live teve seu início em 1998, quando jovens amigos do Guará (região administrativa de Brasília/DF) descobriram partilhar o mesmo sonho, a vontade de fazer e tocar o verdadeiro reggae roots pelo Brasil afora. Conservando as características do reggae raiz jamaicano ao mesmo tempo em que inova e traz diferentes influências musicais, o grupo une a expressão musical à interpretação teatral através de suas performances, tornando cada show uma verdadeira surpresa. A banda tem sua trajetória marcada pela grande aceitação do público, parte deste sucesso é devido às apresentações bem sucedidas ao longo desses 14 anos de carreira, por quase todos os estados brasileiros. O grupo tem como compromisso transmitir para o público toda a energia e alegria deste ritmo musical. Para isso, conta com a voz marcante do vocalista Junior Mendes que interpreta as letras com entusiasmo e devoção somado a nova formação, prometem fazer uma grande apresentação!
Nesse dia contaremos com um telão para acompanhar a decisão da final da Copa Libertadores da América! Venha torcer pelo seu time do coração com a gente!
Quem chegar até as 22h paga somente R$5!
depois das 22h00 > R$10 na lista / R$15 na porta
(lista somente pelo email: jamsessiondalapa@gmail.com)
a festa começa as 21h com o Dj Magrão JAHZZ!
com seu repertório muito bem selecionado em vinil!

“Rock’n'Blues de Norte a Sul”

 
O projeto “Rock’n'Blues de Norte a Sul”, realizado pelo Sesc Osasco em homenagem ao Dia Mundial do Rock, comemorado em 13 de julho, traz para a programação do mesmo mês, aos sábados, às 20h, os shows de Blues & Soul Session, Blues Etílicos, Marcelo Nova e Edgard Scandurra. Os ingressos custam até R$ 12.
No dia 7, a banda norte-americana Blues & Soul Session se apresenta ao lado de Igor Prado, considerado um dos três melhores guitarristas de blues do mundo, que traz a cantora de soul Tia Carroll, uma das maiores cantoras de Rhythm Blues da atualidade.
No sábado seguinte, 14, é a vez dos cariocas do Blues Etílicos, grupo do gênero há mais tempo em atividade no país. Há 25 anos na estrada, eles apresentarão um repertório que cobre toda a sua carreira.
 
 
Dia 21 é vez do veterano Marcelo Nova. O baiano, integrante do lendário grupo Camisa de Vênus, é um dos nomes mais conhecidos do rock nacional, também por suas parcerias com Raul Seixas e sua carreira solo. Seus grandes sucessos como “Só O Fim”, “Sílvia”, “Eu Não Matei Joana D’Arc”, “O Ponteiro Tá Subindo”, entre tantos outros, farão parte do repertório do show.
No último sábado, 28, Edgard Scandurra, ex-guitarrista no grupo Ira!, apresenta uma combinação de peças extraídas do repertório dos álbuns solo “Amigos Invisíveis” (1989), “Dream Pop” (2003) e “Amor Incondicional” (2006), além de produções inéditas e clássicos do rock internacional.
SESC Osasco. Av. Sport Club Corinthians Paulista, 1300 - Jardim das Flores.
Entrada r$ 12.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

SANTA ESBÓRNIA


Sábado, 23 de Junho Festa Santa Esbórnia!

Quando você achava que ela não vinha mais, ela chegou!
Nas pick ups o som altamente dançante de: Gisele Frade, Piragibe Zambohead e Julião Pimenta (coletivo prato do dia).
Vai ter exposição dos móbiles muito loucos de Guga Landi, dos desenhos finos de Mirela Donnamaria e das pirações de Lobot, além das fotos inspiradas do Coletivo Olho D’água!
O grupo Teatro do Escombro promete surpreender a todos.
Para quem não precisa de um bom motivo para celebrar a vida, acha que qualquer dia é dia de festa e tá afim de se acabar porque a vida é curta, venha se jogar na esbórnia!
23/06/2012 – Sábado - A partir das 22hs
Espaço Serralheria: Rua Guaicurus, 857, Lapa – tel 25923923 / 67940124
Pela Bagatela de 15,00

Analisando Letras do BRock

Panis Et Circensis
  
Intérprete – Os Mutantes
Compositores – Caetano Veloso e Gilberto Gil
Ano de divulgação – 1968
Álbum – Tropicália ou Panis Et Circensis
  
“Mas as pessoas na sala de jantar são ocupadas em nascer e morrer”

A política do pão e circo (Panis et Circensis) foi criada pelos antigos romanos, que estavam preocupados com a falta de alimento e principalmente de diversão do povo. Segundo os antigos romanos, sem estas duas coisas, era impossível se ver em sociedade e a insatisfação do povo perante os governantes só aumentaria.
Conta a história que sangrentas lutas entre gladiadores foram criadas para divertir o povo, que também recebia pão gratuito durante as lutas.
A canção Panis Et Circensis, composta por Gil e Caetano se tornou o grande hino do movimento Tropicália, que estourou no Brasil no final da década de 1960 e conseguiu universalizar a linguagem da música popular brasileira com a introdução da guitarra elétrica, do rock psicodélico e das correntes jovens do mundo na época. Foi a união do pop, com o psicodelismo e a estética que deram à música brasileira uma essência que influenciou toda a cultura nacional.


Panis Et Circensis, interpretada pelos músicos psicodélicos dos Mutantes traz a mensagem do que o movimento pretendida. Com uma letra que diz que as pessoas estão muito acomodadas e não lembram mais que a vida não é apenas nascer e morrer, deram um choque em toda a sociedade. Além disso, o teclado e a guitarra elétrica contribuíram para mostrar que a música brasileira precisava sair um pouco do patamar banquinho-violão, gerando grande euforia e alegrias nos jovens.
A canção é a principal do álbum Tropicália, que além de Os Mutantes, conta com composições e interpretações de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Rogério Duprat, Gal Costa, Torquato Neto, Tom Zé, entre outros.

 

SEXTA 22 JUN :: JOÃO TAUBKIN TRIO + CONVIDADOS NO DADA JAZZ

Sexta dada jazz na serralheria com o show do power trio do baixista João Taubkin, nesta edição contaremos com convidados especiais e as projeções de Rica Ramos. João Taubkin já tocou com músicos como Paulo Moura, Carlos Aguirre, Teco Cardoso, Laurence Revey, Itamar Doari, Mehdi Nassouli, Luiz Brasil e Madhup Mudgal. É também integrante do grupo AfroElectro e do quarteto do músico e compositor Theo de Barros.
Dessa soma de experiências surge o seu trabalho autoral que conta com os músicos Zeca Loureiro (guitarra e violão) e Bruno Tessele (bateria). Nesse show o trio terá a participação especial de Benjamim Taubkin nos teclados, Ricardo Herz no violino e Josué dos Santos no sax.
SERVIÇO
Abertura da casa 22h discotecagem jazz dada radio / Show 23h30
Entrada 15 reais (preferencial em dinheiro)
SERRALHERIA – RUA GUAICURUS, 857 – LAPA – TELS – 25923923 / 82725978

MÊS DO ROCK - Trilogia do Underground

 
No mês em que se celebra o rock, o SESC Pompeia (rua Clélia, 93) faz uma homenagem a este universo que tem marcado a cultura musical e o comportamento nas últimas seis décadas com bandas de destaque da cena underground brasileira.
 
 
 
 
 
Dia 12 de julho, às 21h30:
Violeta de Outono
 
Show de lançamento do CD Espectro, 8º álbum desta banda paulistana cult e reconhecida no exterior, que desde 1984 molda uma sonoridade própria ao misturar as tendências do rock nacional à psicodelia. Suas apresentações, reconhecidas pela atmosfera hipnótica, são referência em termos de sons climáticos e espaciais. O Violeta de Outono conta com Fabio Golfetti (guitarra & vocal), Gabriel Costa (baixo), Fernando Cardoso (órgão Hammond, piano & synths) e José Luiz Dinola (bateria & vocal).
 
Entrada: r$ 16 (inteira) r$ 8 (meia)
 
 
 
Dia 13 de julho, às 21h30:
Korzus e Test
 
Um dos principais representantes do metal brasileiro, o Korzus apresenta as músicas de seu novo álbum, Discipline of Hate, considerado por muitos como o melhor da carreira, com músicas ainda mais pesadas, diretas e atuais. A banda é composta por Marcello Pompeu (vocal), Dick Siebert (baixo), Heros Trench (guitarra), Antonio Araujo (guitarra) e Rodrigo Oliveira (bateria). Quem abre a noite é o duo Test, que em apenas um ano de carreira já espalhou pelo país seu estilo old school e vigoroso, mesclando death metal e grindcore. O duo é formado pelo baterista Barata e o guitarrista e vocalista João Kombi.
 
Entrada: r$ 20 (inteira) r$ 10 (meia)
 
 
 
Dia 14 de julho, às 21h30:
Wander Wildner
 
O cantor de estilo punkbrega faz de suas viagens pelo Brasil e pelo mundo uma fonte de material para seu trabalho, seja tocando em espeluncas perdidas no interior do Brasil, desbravando “squats” punks na Europa ou participando de grandes festivais internacionais. Neste show, que marca o lançamento do DVD Rodando El Mundo, Wander mostrará seu repertório mais recente e clássicos de sua carreira, acompanhado por Jimi Joe (guitarra), Mauricio Chaise (guitarra), Georgia Branco (baixo) e Pitchu Harris (bateria). Participações especiais do maestro Arthur de Faria (piano e gaita) e do compositor Gustavo Kaly (violão e guitarra).
 
Entrada: r$ 16 (inteira) r$ 8 (meia)

Aquarius Rock Bar

 
Sexta, dia 22, MEGADETH e PANTERA COVER
A partir das 22h00.
Entrada H: R$ 5,00 - M: R$ 3,00 - Até as 23h mulher VIP.
 

Sábado, dia 23, THE CULT COVER OFICIAL mais banda BR 116.
A parir das 22h00.
Entrada H: R$ 10,00 - M: R$ 5,00 - Até as 23h mulher VIP.
 

Aquarius Rock Bar
Rua Iososuke Okaue, 40 - Itaquera - travessa da Av. Jacu Pêssego, em frente ao Aquario de Itaquera.

Banda Black Rio

O show instrumental da Black Rio oferece, com muito suingue, um panorama da evolução do cenário samba-funk e soul brasileiro. Com ênfase nas músicas do primeiro disco da banda, Maria Fumaça (gravado em 1976 e lançado em 1977), o show apresenta, além de músicas próprias que consagraram o grupo como “Maria Fumaça” e “Mr. Funky Samba”, releituras de clássicos de Edu Lobo, Luiz Gonzaga e Ary Barroso, entre outros. 
Dia 02 de julho, às 19 horas. Grátis.
SESC Consolação, Rua Doutor Vila Nova, 245. 

O Terno


O Terno, formado por Tim Bernardes (voz e guitarra), Guilherme “Peixe” (baixo) e Victor Chaves (bateria), vai ao Auditório Ibirapuera para abrigar o show de lançamento do primeiro disco, “66” (independente, 2012).
Com seis anos de estrada, o grupo começou tocando covers e versões, até desenvolver um repertório próprio.
No primeiro trabalho em estúdio, receberam os convidados Marcelo Jeneci e Maurício Pereira. “É um disco que brinca com a crítica”, explica o vocalista.
O material tem uma espécie de lado A e lado B – o primeiro composto por faixas da banda e o segundo por versões deles para canções do citado Mauricio Pereira.
Ironia e bom humor são características presentes nas performances e nas músicas.
Dia 22 de junho, às 21 horas. Inteira r$ 20 e meia r$ 10.
Avenida Pedro Álvares Cabral, 0.

Samba com Jazz

 

Sei que tua pegada é mais roqueira, mas desamarra um pouco e se liga nesse cara que é considerado um dos mais importantes bateristas da música brasileira, o ex-integrante do lendário Trio Mocotó dos anos 60, João Parahyba.
O figura está no SESC Pompéia divulgando um novo trampo, O Samba no Balanço do Jazz, e o lance dele é esse mesmo, aproximar o samba do jazz. No show vai lembrar uns clássicões, tipo "Sambou, Sambou", de João Donato e “O Trenzinho do Caipira”, de Heitor Villa-Lobos, entre outras. Som que chapa, saca?!
 
Dia, 29, às 21 horas no SESC Pompéia, rua Clélia, 93.
Entrada r$ 12 e r$ 6.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Cinema

 
Até dia 1º de julho, a Biblioteca Pública Temática em Cinema Roberto Santos realiza uma mostra temática que relembra roteiros memoráveis. Na programação há filmes de roteristas prestigiados e outros premiados no Oscar. No próximo sábado, dia 16, haverá sessão dupla que exibe os filmes "Ilha das Flores" e "O Homem que Copiava", ambos com roteiro de Jorge Furtado. Ao final das exibições, haverá um debate com o roterista Leandro Saraiva.
Biblioteca Pública Roberto Santos - Rua Cisplatina, 505, Ipiranga.
A programação completa você encontra no prefeiturasp.gov.br e a estrada é franca.
 
 

Analisando Letras do BRock

Podres Poderes

Intérprete – Caetano Veloso
Compositores – Caetano Veloso
Ano de divulgação – 1984
Álbum – Velô
 
 
“Será que esta minha estúpida retórica terá que soar, terá que se ouvir por mais zil anos?”
 

Podres Poderes traz um Caetano Veloso rocker, irado com os erros e a pacividade do povo. Na letra são citados os ditadores da América Católica, os burgueses, os paisanos, os capatazes e outras classes que estão preocupadas somente no bem próprio, fazendo os outros sofrerem, gestos que Caetano chama de ridículos, boçais e burros.
Uma canção que ao lado de seu vigor instrumental, tem uma letra entre o crítico e o pessimismo, com muitas indagações. E que, com toda razão, identificar-se com a ampla faixa de público que se mantém fiel ao compositor baiano. Caetano começa, por exemplo, dizendo sem meias palavras: Enquanto os homens exercem seus podres poderes Motos e fuscas avançam os sinais vermelhos E perdem os verdes / Somos uns boçais Ironicamente, no verso seguinte diz: Queria querer gritar setecentas mil vezes Como são lindos, como são lindos os burgueses E os japoneses / Mas tudo é muito mais Nas indagações do terceiro verso, a perplexidade de uma geração: Será que nunca faremos senão confirmar A incompetência da América Católica Que sempre precisará de ridículos tiranos? Será será que será que será Será que essa minha estúpida retórica Terá que soar, terá que se ouvir Por mais zil / anos? Caetano mostra uma presença zangada. E em sua constatação, não deixa de ter uma consciência tropicalista. Não aceita o imobilismo, ao se posicionar no verso seguinte: Queria querer cantar afinado com eles Silenciar em respeito ao seu transe, num êxtase Mas tudo é muito mau Sabendo colocar lirismo e a visão social, Caetano metralha a seguir; em forma de indagação: Ou então cada paisano e cada capataz Com sua burrice fará jorrar sangue demais Nos pantanais, nas cidades, caatingas E nos gerais? Elege sonoros oásis de esperança entre o seu pessimismo, citando admirações por Hermeto Pascoal, Antônio Carlos Jombim e Milton Nascimento Será que apenas os hermetismos pascoais E os tons e os mil tons, seus sons e seus dons geniais Nos salvam, nos salvaram dessas trevas E nada mais? 
 

Nesse trecho fica implícito que apenas a música brasileira e sua tentativa de esclarecer está salvando.
Podres Poderes faz o ouvinte pensar em tudo o que acontece de errado no mundo, principalmente no nosso país e questionar se não a ninguém para fazer as coisas mudarem.
Se você quiser ouvir gratuitamente ou baixar pagando esta ou quarquer outra canção do baiano é só chegar no portal do cara: http://www.caetanoveloso.com.br
 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Filosofia do Rock - Paul Simon, Música e Incomunicabilidade

 
 
Tendo ‘Paul Simon, Música e Incomunicabilidade’ como ponto de partida, o convidado Leoni, cantor e compositor, ajuda a refletir sobre a obra do compositor americano, que ficou famoso com Art Garfunkel com a canção ‘The Sounds of Silence’ nos anos 60.
Dia 19 de junho de 2012. Entrada franca!
 
 
Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado, 112

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Acompanhe mostra de road movies até 24/6

Cinemateca Brasileira, em SP, faz retrospectiva com diversas produções do gênero

  
 
 
Gênero cunhado e popularizado por Hollywood, os road movies – filmes cujo enredo se desenvolve durante viagens por estradas – são tema de retrospectiva na Cinemateca Brasileira durante o mês de junho, na véspera do lançamento de “Na estrada” – adaptação cinematográfica do romance de Jack Kerouac “On The Road”, dirigida por Walter Salles.
Com programação variada, a mostra tem como destaques os clássicos “Sem Destino”, de Denis Hopper, “O Demônio das Onze Horas”, de Jean-Luc Godard; “Sem Teto nem Lei”, de Agnès Varda, e “No decurso do tempo”, de Wim Wenders.
Além disso, também marcam presença diversas produções brasileiras como os recentes “Cinema, aspirinas e urubus”, de Marcelo Gomes, “Viajo porque preciso, volto porque te amo”, de Karim Aïnouz e Marcelo Gomes, “Árido Movie”, de Lírio Ferreira, além de “Iracema – uma transa amazônica”, de Jorge Bodanzky e Orlando Senna, “Bye Bye Brasil”, de Carlos Diegues, e o raro “O mentiroso”, paródia ao gênero dirigida por Werner Schünemann no final dos anos 1980.
 
Onde: CINEMATECA BRASILEIRA – Largo Senador Raul Cardoso, 207 – São Paulo
Quando: até 24 de junho
Quanto: R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia-entrada)

Post-rock da banda Labirinto no palco do CCJ

 
 
“Kadjwynh” é a expressão, de origem na língua kayapó, que intitula o recente EP da banda Labirinto. Após passar por palcos dos Estados Unidos, o grupo se apresenta no Centro Cultural da Juventude (CCJ), no dia 15 de junho, às 20h, com entrada 0800.
O sexto trabalho do conjunto, desde sua formação em 2003, apresenta um repertório influenciado por variáveis de post-rock e rock progressivo.
O grupo sobe ao palco com os músicos Erick Cuxen (guitarra e efeitos), Hugo Falcão (guitarra), Luis Naresi (guitarra), Muriel Curi (bateria) e Ricardo Pereira (baixo elétrico).
 
 
Centro Cultural da Juventude - Ruth Cardoso
Avenida Deputado Emílio Carlos, 3641 – Vila Nova Cachoeirinha.

Gordin, Gomes e Carlini

 
 
Que tal três do mais empblemáticos guitarristas brasileiros tocando juntos?
Lanny Gordin realiza o pré-lançamento de seu mais novo CD. Com o Lanny´s Quartet, com Fernando Moura (piano e teclados), Ricardo Mosca (bateria), Ronaldo Diamante (contrabaixo), o músico apresentará um repertório repleto de músicas inéditas e de clássicos de quatro décadas de carreira, como London, London, Pérola Negra, Mal Secreto, Summertime, Fly me to the moon, Someday my prince will come e Tropicália, tocadas com a roupagem criada pelo guitarrista. Nas duas apresentações, participações especiais dos guitarristas históricos, Pepeu Gomes e Luiz Carlini.
 
Dias 22 e 23 de junho, as 21h30.
Entrada 20 inteira e 10 meia.
SESC Pompéia. Rua Clélia, 93.

terça-feira, 5 de junho de 2012

O Micróbio do Samba

Sim, a parada aqui é rock brasileiro... e tudo aquilo que n'algum momento se esbarra nele com certa qualidade. Adriana Calcanhotto já regravou Roberto e Erasmo Carlos, Titãs e Cazuza, já gravou e/ou tocou com Dé Palmeira, Renato Russo, Kassin, Domenico e Moreno no projeto +2, Arnaldo Antunes e Los Hermanos, e agora a moça resolveu fletar com o samba*. O show de lançamento do DVD 'Micróbio Vivo' em que registra o trabalho 'O Micróbio do samba', acontece nos dias 07, 08, 09 e 10 de junho no SESC Pinheiros, rua Paes Leme, 195, a partir das 21 horas na sexta e no sábado e 18 horas no feriado e no domingo, acompanhada por Pedro Sá (violão, cavaquinho), Alberto Continentino (baixo acústico) e Domenico Lancellotti (bateria), Adriana apresentará os sambas que compõem o repertório do CD. Entre eles, ‘Mais perfumado’ (da própria Adriana, e que lhe rendeu uma indicação ao Grammy de Melhor Canção de Língua Portugesa), ‘Tão chic’ e ‘Deixa Gueixa’ (todos de autoria da cantora) e também ‘Esses Moços’ (de Lupicínio Rodrigues), Dos prazeres, das canções’ (Péricles Cavalcanti) e ‘Argumento’ (Paulinho da Viola), entre outros. A entrada é r$ 32 inteira e r$ 16 meia.
* se ao ler samba aqui te vem na cabeça sorriso maroto, revelação ou alguma aberração semelhante, nunca mais apareça nesse blog. 

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Quilombo HiFi



DOMINGO 3 JUNHO :: Quilombo Hi Fi na

Serralheria inna DubParty#2

Mais uma vez Quilombo Hi Fi chega na Lapa e monta seu sistema de som aos aficionados pela REGGAE music.
Uma tarde de domingo prazerosa, rolando somente boas vibrações diretamente dos discos de Idreen, Jah Knomoh e Julio Peppah e da incomparável voz de Lioness Laylah.
ROOTS * ROCKERS * STEPPER* DUB --> JA to UK
Local: Serralheria , Rua Guaicurus, 857
Bairro Lapa - próximo a estação Lapa da CPTM e do Terminal (sub)Urbano de ônibus
Horário: 14h ás 22h
Valor: R$ 5,00

Quebrando o Tabu

Há 40 anos, os EUA iniciaram uma jornada por um mundo livre de drogas. Porém, os abusos, as informações equivocadas, as epidemias, a violência e o fortalecimento de redes criminosas resultaram em uma guerra perdida em âmbito global. Num mosaico costurado por Fernando Henrique Cardoso, Quebrando o Tabu escuta vozes de realidades diversas do mundo em busca de soluções, princípios e conclusões. Bill Clinton, Jimmy Carter e ex-chefes de Estado, como os da Colômbia, do México e da Suíça, revelam porque mudaram de opinião sobre um assunto que precisa ser discutido e esclarecido. Do aprendizado de pessoas comuns, que tiveram suas vidas marcadas pela guerra contra as drogas, às experiências de Dráuzio Varella, Paulo Coelho e Gael Garcia Bernal, o filme é um convite a discutir o problema com todas as famílias.
Você é convidado para assistir, no Auditório Ibirapuera, à exibição gratuita do documentário Quebrando o Tabu, que propõe uma discussão responsável sobre a polêmica questão das drogas.
O evento terá a participação do diretor do filme, Fernando Grostein Andrade, e de outras personalidades.
Antes da apresentação do documentário, será exibido o curta Ajoelhaço, da Cooperifa.
Dia: 02 de junho, sábado, às 20h.
Aproximadamente 90 min. de duração.
GRATUITO para plateia interna do Auditório Ibirapuera. Entrada por ordem de chegada, até completar a capacidade do local (800 lugares).
Recomendado para maiores de 14 anos

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Funk Como Le Gusta no MIS

Kuki Stolarski (bateria), James Mü (percussão e voz), Sérgio Bártolo (contrabaixo), Emerson Villani (guitarra, violão e voz), Eron Guarnieri (teclado, escaleta e voz), Kito Siqueira (sax barítono e alto), Hugo Hori (sax tenor e flauta), Tiquinho (trombone), R16t (trompete, flugel horn e voz) e Jorge Ceruto (trompete e voz).
Samba e soul numa mistura com mais de 16 toneladas. O grupo paulistano Funk Como Le Gusta é a atração de maio do “Estéreo MIS”.
Com mais de dez anos de carreira, a banda sobe ao palco para apresentar as faixas do último álbum intitulado “A Cura pelo Som”. O show acontece nesta sexta, 25, às 21h30, com entrada até R$ 14.
 
 
Museu da Imagem e do Som - MIS
Avenida Europa,158 – Jardim Europa

terça-feira, 22 de maio de 2012

Martin Scorsese e George Harrison

 
 
 
A Mostra Contemporânea, uma das três mostras de cinema do 16º Cultura Inglesa Festival, traz pela primeira vez para uma tela de cinema em São Paulo o documentário George Harrison: Living in the Material World.
O filme conta a história do mais discreto dos Beatles é dirigido por ninguém menos que Martin Scorsese, autor de Taxi Driver, Os Infiltrados e Touro Indomável, entre outros clássicos. No total, são 3h30 de imagens raras de arquivo, além de entrevistas com colaboradores e amigos de Harrison, como Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono, Eric Clapton, entre outros.
Os fãs do compositor de “Here Comes the Sun”, “Tax Man” e “Something” agora poderão conhecer mais de perto o universo que circundava a vida desse tímido garoto de Liverpool, falecido em 2001.
Uma das curiosidades pouco conhecida do público, e mostrada na película, é a história por trás do filme do Monty Python, “A vida de Brian”. De tão fã da trupe, George Harrison chegou a hipotecar sua casa só para garantir a produção do filme. De quebra, ainda fez uma ponta na história.
Ficha técnica:
Titulo Original: George Harrison: Living in the Material World
Duração: 208 minutos
Gênero: Documentário
Ano de lançamento: 2011
Diretor: Martin Scorsese
Pais de origem: EUA
Inédito em São Paulo
Classificação indicativa: 14 anos
Gratis!
 
Cine Livraria Cultura
 
25/05, às 19h
Avenida Paulista, 2073
 
30/05, às 18h30
Avenida Paulista, 2073

Rock, Filosofia, Indústria Cultural, e Juventude


Mentes ligadas às sucessivas transformações da produção musical contemporânea, se reúnem para discutir questões que evocam debates.
Assim se desenha o encontro “Filosofia do Rock Ano II” que nesta terça-feira, 22, às 19h30, apresenta o tema “Rock, Filosofia, Indústria Cultural, e Juventude” com a filósofa Márcia Tiburi e Thedy Corrêa, integrante do conjunto “Nenhum de Nós”.
Com entrada 0800, o encontro joga luz sobre questionamentos que cercam o interesse recorrente dos jovens pelo rock.
Modismo? Reflexo da massificação? Engajamento inconsciente? Atitude visual? Em formato de bate-papo, o encontro convida o público a pensar junto sobre as diferentes formas do jovem protagonizar a essência desta vertente musical.


CCBB: rua Álvares Penteado, 112, Centro.

Luz nas Trevas

(Direção Helena Ignez e Ícaro Martins. Brasil, 2012, Drama, 83 min).
Com Ney Matogrosso, André Guerreiro Lopes, Djin Sganzerla, Sandra Corveloni, Bruna Lombardi, Paulo Goulart, Maria Luísa Mendonça, Simone Spoladore, Sérgio Mamberti, Arrigo Barnabé, Cacá Carvalho, José Mojica Marins, Sandro Karnas.
Um filme de Helena Ignez , direção de Ícaro C. Martins e Helena Ignez.
Luz Vermelha esquecido pela justiça em uma prisão de segurança mínima, reflete sobre os crimes que não cometeu. Enquanto isso, seu filho, Tudo ou Nada segue os passos do seu pai e anseia por desfrutar toda a sorte de prazeres mundanos, preferencialmente, na companhia de belas mulheres. Ao sair da prisão, Luz Vermelha encontra sua amiga e agente intergaláctica que lhe devolve sua antiga valise. Os acontecimentos levam o filme para um final surpreendente e transformador.
 
 
CineSesc
Rua Augusta 2075
11/05 a 24/05
Sexta a quinta, 14h e 16h. Segunda, terça e quinta: R$ 10,00; R$ 5,00; R$ 2,50. Quarta: R$ 8,00; R$ 4,00; R$ 2,00. Sexta, sábado, domingo e feriado: R$ 12,00; R$ 6,00; R$ 3,00.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

DOMINGO 27 MAIO

TRIO BOLEIRINHO NO CONCERTO DE DOMINGO

Três musicistas que exploram diferentes texturas vocais e instrumentais em releituras de clássicos do cancioneiro popular. O trio Bolerinho, que se apresenta neste domingo dando continuidade ao trabalho de grupos vocais como MPB-4 e Os Cariocas. As integrantes tem em seus currículos trabalhos ao lado de Arrigo Barnabé (nova versão de Clara Crocodilo), Carlinhos Antunes e seu Quinteto Mundano e Paulo Tatit e Sandra Peres (Palavra Cantada).Nas vozes de Luísa Toller (piano e voz), Marina Beraldo Bastos (flauta e voz) e Maria Beraldo Bastos (clarinete, voz e pandeiro), canções de Milton Nascimento, Chico Buarque e Luiz Tatit ganham uma nova roupagem.
SERVIÇO
Abertura da casa 19h som ambiente no bar. Show 20h
Entrada 12 reais (preferencial em dinheiro)
SERRALHERIA – Rua Guaicurus, 857 – LAPA

Cultura Inglesa Festival

As bandas nacionais Garotas Suecas e Uó apresentarão no próximo dia 27 de maio um repertório com Rolling Stones e The Smiths respectivamente.
O evento acontece no Parque da Independência tendo como atração principal a banda escocesa Franz Ferdinand, as 18h30.
Garotas Suecas: quintento que nasceu na cena indie paulistana e já se apresenta em festivais mundo afora. Eles vão tocar Rolling Stones no palco do 16CIF, as 14h15.
Banda UÓ: trio goiano que levará seus ritmos tropicais para passear nas músicas do The Smiths, homenageando Morrissey e Johnny Marr com um jeitinho bem brasileiro, as 13h15.
A banda goiana UÓ.

Discografia BRock

LEGIÃO URBANA
Período de gravação: outubro a dezembro de 1984
Data de lançamento: 1 de janeiro de 1985
Produzido por: Mayrton Bahia e José Emílio Rondeau

Janeiro de 1985 foi o mês do rock no Brasil. O mês do Rock in Rio. Pela televisão, a Legião Urbana via os amigos paralâmicos apresentarem “Química” para um público estimado em 200 mil pessoas, mais todos os milhões que assistiam aquilo em casa como eles. Naquele mesmo mês, a gravadora EMI Odeon lançava o álbum Legião Urbana, o primeiro da turma de Brasília e aquilo era só o começo.
Atropelado pela ressaca Rock in Rio, o primeiro disco da Legião demorou a chegar aos ouvidos do grande público e a emplacar. Isso começou a virar em junho de 1985, quando “Será”, a primeira faixa do álbum, chegou às radios. Quem colocasse aquela bolachinha para tocar na vitrola, ouviria logo uma chamada na caixa da bateria e um riff direto de guitarra abrindo o disco. As linhas de cada instrumento eram simples e claras. A voz de Renato também já dizia a que vinha nos primeiros versos: “Tire suas mãos de mim/ eu não pertenço a você”. Era uma relação amorosa tensa, com um olhar de angústia e mais intimista do que o que existia até ali no rock brasileiro. Um sentimento extremamente pessoal, mas num discurso que o tornava coletivo e universal: “Nos perderemos entre monstros da nossa própria criação/ Serão noites inteiras/ Talvez por medo da escuridão/ Ficaremos acordados/ Imaginando alguma solução/ Pra que esse nosso egoísmo/ Não destrua o nosso coração”. Depois, o refrão com ares quase filosóficos: “Será só imaginação?/ será que nada vai acontecer?/ será que é tudo isso em vão?/ será que vamos conseguir vencer?”. Era uma letra angustiada e, ao mesmo tempo, esperançosa. Ficava fácil perceber que outros tempos se abriam no rock nacional.
O disco seguia com letras fortes e postura punk. Não era o rock sorridente feito no Rio de Janeiro e que estava na moda. Era o outro lado de uma mesma moeda, sendo que esse era mais poético e vigoroso. Havia uma série de novas referências culturais que provocavam identificação imediata com aquela geração que crescera jogando “Space Invaders”. “Geração Coca-Cola” era outra, que de tão direta virou hino. Impacto imediato, com letra sem metáforas, recado direto e andamento acelerado. Ou seja, nada a ver com o que faziam os “grandes nomes” da música brasileira naquele momento. “É tudo velho… A gente quer fazer coisa nova”, dizia Renato Russo. E era isso que eles faziam.
Faixas como “Ainda é cedo” e “Por enquanto” virariam standards da música brasileira, cruzando gêneros e vozes de forma a não deixar dúvidas sobre a força do repertório do primeiro álbum da Legião Urbana. Depois de 25 anos, já foram mais de 500 mil cópias vendidas, cerca de 100 mil só naquele primeiro ano. O terreno estava aberto para a história.


Dado Villa-Lobos (guitarras, violão e efeitos), Renato Rocha (contrabaixo elétrico), Renato Russo (vocal, teclados, violão e letras) e Marcelo Bonfá (bateria, percussão e glockenspiel)

1-Será
2-A dança
3-Petróleo do futuro
4-Ainda é cedo
5-Perdidos no espaço
6-Geração Coca-Cola
7-O reggae
8-Baader-Meinhof Blues
9-Soldados
10-Teorema
11-Por enquanto

terça-feira, 15 de maio de 2012

25ª Feira de Artes da Pompéia

A Feira de Artes da Vila Pompéia chega à sua 25ª edição, ratificando seu compromisso de fazer cultura popular urbana nas ruas da cidade de São Paulo, com criatividade e coragem. Sempre com muito cuidado com a programação artística para trazer bandas, grupos, artistas, escultores, fotógrafos e artesãos da melhor qualidade.
Prova disso é que o evento já abrigou grandes nomes como Chico Science, Zeca Baleiro, Rita Ribeiro, Mamonas Assassinas, Mundo Livre, DJ Ramilson Maia, J. J. Jackson, Luiz Carlini, entre outros.
Em 2012, a Feira de Artes da Vila Pompéia completa 25 anos em uma edição que promete ser histórica.
E nessa ocasião, não podemos deixar de lembrar a trajetória desse evento, que acompanhou diversos momentos da história do Brasil, suas revoluções culturais, modernização e o surgimento de novos movimentos culturais.
Quando a Feira de Artes da Vila Pompéia foi criada, no final dos anos 80, seus idealizadores tinham como objetivo a transformação social através da cultura e criar uma vitrine a céu aberto para artistas populares e consagrados. Um evento que sempre trouxe novidades vindas de artesãos de todo o Brasil e atrações diversas do cenário musical.
 
 
O evento acontecerá no dia 20 de maio 2012, domingo, e estara aberto ao público a partir das 9h. Durante o período da Feira os visitantes poderão desfrutar de uma programação cultural diversificada apresentada nos palcos e ruas, conhecer e comprar os trabalhos de artesãos, artistas plásticos, fotógrafos, estilistas, designers e muitos outros talentos que estarão presentes neste evento. Todas as atividades serão encerradas impreterivelmente às 19h com exceção dos espaços de alimentação que se encerram às 19h30.

O Fim do Mundo, Enfim... Mais uma vez!

Quando o festival O Começo do Fim do Mundo aconteceu em 1982, o mundo era um lugar inóspito dividido entre duas superpotências nucleares, que tinham o poder de destruir várias vezes o planeta Terra. Os punks paulistas reuniram sua nata no SESC Pompeia para colocar a boca no trombone: foram dez bandas de São Paulo e dez do ABC, no que foi um dos maiores festivais punks do mundo na época. Trinta anos se passaram e o planeta não é mais o mesmo: aquecimento global, efeito estufa, calendário Maia. Nossa existência está novamente ameaçada, mas o punk continua aí. Nasce então, O Fim do Mundo, Enfim, um novo festival punk unindo gerações, o velho e o novo juntos, mostrando que o antigo discurso nunca esteve tão atual. Com curadoria de Clemente (Inocentes) e assessoria de Antônio Bivar.
 
 
 
Dia 18 de maio. Sexta-Feira, às 21h30. Entrada 16 inteira e 8 meia.
Cólera, Restos de Nada e Condutores de Cadáver
 
 
Condutores de Cadáver 
 
A paulistana Cólera se formou em 1979, fazendo parte da incipiente criação do punk brasileiro. Fez turnês pelo Brasil e Europa e, em uma época em que a ecologia não fazia parte da pauta do dia, o grupo tratou sobre o tema. Já produziu sete álbuns e tem músicas para um novo CD, ainda sem previsão de gravação. É formada por Wendel (vocal), Anselmo (guitarra), Pierre (bateria) e Val (baixo). Na mesma noite apresenta-se a banda Restos de Nada. Surgida na Vila Carolina, zona norte de São Paulo, em 1978, tem dois discos “póstumos” gravados, já que, depois de sua dissolução, os integrantes se reuniram para documentar suas músicas. O CD RDN II, com gravações históricas do último ensaio da banda, traz quatro canções não incorporadas ao trabalho anterior. É formada por Ariel (vocal), Douglas (guitarra), Luiz (baixo) e Nonô (bateria). Quem abre a noite é uma das bandas precursoras do movimento punk, Condutores de Cadáver, nascida na zona norte paulistana e que teve curta duração (de 1978 a 1981), apesar de ter influenciado vários grupos. Não possui nenhum registro fonográfico, pois o movimento apenas engatinhava no país. Índio (vocal), Callegari (guitarra), Luis Abondanza (guitarra), Hélio (baixo) e Babão (bateria). Choperia.


Dia 19 de maio. Sábado, às 21h30. Entrada 16 inteira e 8 meia.
Olho Seco, Agrotóxico e Lixomania
 
Fábio vocalista da Olho Seco
 
Criada em 1980, o Olho Seco participou da primeira coletânea punk, Grito Suburbano, de 1982. Já teve versões de suas músicas feitas pela banda finlandesa Força Macabra e também pela italiana Criple Bastards. Fez uma turnê europeia em 1999, em que se apresentou em nove países. Formada por Fabio Sampaio (vocal), Marcos Abreu (Guitarra), Jeferson Bem (baixo) e André Carmo (bateria). Criado em São Paulo, em 1993, o grupo Agrotóxico já fez diversas turnês europeias e também participou em conjunto em um álbum com o Flicts, em 2004. Com sete CDs gravados, tem uma agenda de shows no Canadá e nos Estados Unidos para o lançamento de Libertação, em meados de 2012. É formada por Marcos (guitarra e vocal), Jeferson (baixo e vocal), Arthur (guitarra) e Pedro (bateria). Surgida em 1979, a banda de punk paulistana Lixomania gravou um EP e dois CDs. Foi uma das primeiras a lançar um disco punk individual no Brasil, Violência e Sobrevivência, em setembro de 1982. Teve como influência os grupos Sex Pistols, Ramones, The Clash e Sham 69, entre outros. Moreno (vocal), Mirão (bateria), Rogério Martins (guitarra) e Luis Camargo (baixo).

Viver Sem Tempos Mortos

 
O monólogo estrelado por Fernanda Montenegro apresenta fragmentos de pensamentos da escritora, pensadora e ensaísta Simone de Beauvoir, que revolucionou a visão do universo feminino do século 20. Assim, a atriz mostra paixão, a energia, a audácia e as contradições humanas de uma das mulheres mais influentes do século passado. Direção de Felipe Hirsch.
Elenco: Fernanda Montenegro
Dia 17 de Maio, às 19h30. Os ingressos começam a ser distribuídos com uma semana de antecedência. Grátis.
VILA ATLÂNTICA- Rua Coronel José Venâncio Dias, 840 - Jaraguá - Perto do Pico.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Metal de Fraque

Com o rock progressivo e o início do heavy metal nos anos 1970, o casamento entre a música clássica e o rock ganhou status de gênero musical. Para provar que essa união está afinada, grupos de música de câmara deixam de lado Mozart, Beethoven e Tchaikovsky e interpretam Metallica, Iron Maiden, Led Zeppelin e Deep Purple. 

Quarteto Afrodite
Formado de instrumentistas da Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, o Quarteto Afrodite também se dedica ao estudo da música popular. Repertório inclui composições de bandas como Queen, Apocalyptica e Iron Maiden. Com Cíntia Zanco (violino), Silvia Velludo (violino), Bel Rebello (viola) e Marisa Silveira (cello).
Dia 12 de maio, às 19 horas.

Quarteto Imperador
Criado em 2002 para divulgar a música instrumental e explorar as possibilidades de gêneros que a formação de quarteto de cordas permite, Quarteto Imperador relê Metallica, Led Zeppelin e Aerosmith. Com Anderson Dubiniack (1º violino), Kéder Cândido (2º violino), Bel Rebello (viola) e Sueldo Francisco (violoncelo).
Dia 19 de maio, às 19 horas.

Six Rock's
Fundado pelo violoncelista Renato de Sá, sexteto reúne músicos eruditos apaixonados por rock. Interpretam clássicos do Deep Purple, Led Zeppelin, Kiss e Nirvana. Com Renato de Sá (violocelo), Julio P. (violoncelo), Ed EF (viola), Ed EM (viola), Vini Sant (violino) e Dan (violino).
Dia 26 de maio, às 19 horas.

As três apresentações são gratuitas e acontecem no SESC Santana, que fica na avenida Luiz Dumont Villares, 579.


Beba o quanto aguentar!


Comemorando com muita cerveja gelada, rocknroll e loucuras os 25 anos das Velhas Virgens!
A Maior Banda Independente do Brasil abriga seu show no Ego Club, o primeiro com venda da Cerveja das Velhas Virgens feita pelo baixista Tuca Paiva pra quem gosta de cerveja!
Dia 11 de maio de 2012.
OPEN BAR - das 0h às 3h
Cerveja, Refri, Vodka, Cuba, Hi-Fi,
Destilados, Licores, Batidas, Menta, Drinks
Entrada:
R$ 30 (Antecipado - 1º Lote)
R$ 35 (Antecipado - 2º Lote)
R$ 40 (Na Porta)
2 Palcos, 3 Andares, 3 Bares, Chapelaria, Dark Room
Estacionamento ao Lado
Aceita Cartões de Débito e Crédito
Endereço: Rua Nestor Pestana, 189 Próximo ao Metrô Anhangabaú e Terminal Bandeira Centro/SP.

Nevilton

Vencedores da categoria Experimente do Prêmio Multishow 2011, Nevilton está na estrada desde 2007 divulgando suas canções no formato power trio. Durante esse tempo já confirmaram seu espaço entre as grandes bandas do independente nacional. Com um som rico, de influências diversas e o mais abrangentes possíveis.
O Centro Cultural São Paulo recebe o grupo NEVILTON, com músicas do primeiro disco, De Verdade, lançado no ano passado. O trio, composto de Nevilton de Alencar (guitarra e voz), Tiago Lobão (baixo e voz) e Éder Chapolla (bateria), é uma síntese da música brasileira e do rock. O show será nesta quinta-feira, dia 10, às 21h, na Praça Mário Chamie (Bibliotecas). A entrada é livre.
 
 
Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1000.

Quarto Negro

O rock ‘brazuca’, influenciado pelo jazz e pelo blues, da banda Quarto Negro abre a programação do mês de maio do “Prata da Casa”. O show acontece no Sesc Pompeia no dia 8, às 21, com entrada 0800.
Os músicos Eduardo Praça (vocal, guitarra e piano), Fabio Brazil (baixo e voz), Thiago Klein (piano) e Diogo Menichelli (bateria), sobem ao palco para apresentar seu primeiro disco intitulado “Desconocidos”.
A banda, que surgiu em 2007, começou lançando os EPs “Buu” (2008) e o “Bom dia, Lua” (2009), produzido e com a participação, nos pianos, de Chuck Hipolitho.
 
 
SESC Pompéia
Rua Clélia, 93

terça-feira, 1 de maio de 2012

Baile na Brasa

 
Concebido e produzido por Max de Castro e Wilson Simoninha, O Baile do Simonal é uma noite de muita alegria, balanço e suingue ao som de hits inesquecíveis gravados por Simonal em várias épocas, da Bossa Nova até os tempos da pilantragem. O repertório do show é composto por sucessos como Mustang Cor de Sangue, Terezinha, Sá Marina, País Tropical, Nem Vem Que Não Tem, Carango, A Tonga da Mironga do Kabuletê, Que Maravilha, Zazueira.
Dia 05 de Maio, às 18 horas. Grátis.
CÉU JARDIM PAULISTANO - Rua Aparecida do Taboado, s/nº - Jardim Paulistano - Brasilândia.